E na natação...
Originalmente postado no blog do Juca Kfouri - http://blogdojuca.blog.uol.com.br/
O ovo ou o maiô?
Por ROBERTO VIEIRA
Dezoito recordes mundiais quebrados em seis semanas.
Dezessete com o novo maiô LZR Racer da Speedo.
Quem nasceu primeiro, o nadador ou o maiô?
No final do século XIX, os trajes de natação chegavam a pesar quatro quilos quando molhados.
E de vez em quando despiam o nadador no meio das disputas.
Depois veio o lastex nos anos 30. Um fio de látex recoberto de fibras têxteis que se moldava ao corpo.
A pele de tubarão daquela época.
Em 1937 os homens foram autorizados a nadar de top less. Os trajes foram diminuindo.
O corpo inteiro foi sendo depilado. Tudo em busca de décimos de segundo.
Sim, mas afinal, quem nasceu primeiro, o nadador ou o maiô?
Quando Inglaterra e Hungria entraram em Wembley no distante 1953, uma outra guerra se travava.
A Hungria utilizava chuteiras. A Inglaterra usava coturnos.
A Hungria vestia calções. A Inglaterra, bermudas.
Mas não foi o uniforme que determinou a goleada magiar.
Foi o talento.
O uniforme era parte do abismo técnico e tático entre as equipes. Mas não fazia gols.
Agora, imaginemos outra situação.
Roger Federer jogando com as antigas raquetes de madeira seria facilmente batido por Nadal com as modernas raquetes de carbono.
Não existiria abismo técnico nem tático entre Federer e Nadal. Apenas tecnológico.
Tecnologia sozinha não bate recordes. Não torna ninguem um Johnny Weissmuler.
Mas, em igualdade de condições, a tecnologia decide jogos e medalhas.
E o maiô decide quem é o melhor nadador.
A natação precisa colocar todos os competidores em igualdade de condições.
Pois um Abebe Bikila vencendo descalço uma maratona não aparece todo dia.
Escrito por Marcos Apene do Amaral às 10h29
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Maadman cancelado
Maadman Triathlon não será mais realizado em abril
Programado para ser realizado pela primeira vez em abril, o Maadman Triathlon foi cancelado pelos organizadores, que divulgaram comunicado se colocando à diposição para a devolução do valor pago pelas inscrições ou a troca por crédico para prova do Troféu Brasil de Triathlon.
Maadman Triathlon A Tribuna Praia Grande, a NA Sports e a Trisport (empresa do Grupo A Tribuna) comunicam que por problemas administrativos, esta prova foi cancelada. Confirmando nosso compromisso com a comunidade nos comprometemos a executar o projeto dia 4 de Abril de 2009. Informamos ainda que os inscritos receberão o valor de volta corrido até esta data. Comprometemo-nos ainda com todos que haviam feito inscrição para o Maadman de 2008, que em 2009 todos só pagarão 50% do valor e manteremos o mesmo valor da tabela de 2008.
Pedimos desculpas pelo transtorno causado, todos os esforços foram feitos para manter o Maadman, mas, não foi possível.
Quem quiser utilizar o valor pra crédito no Troféu Brasil é só solicitar, caso contrário, nos envie para o e-mail nasports@nasports.com.br os dados bancários para reembolso.
Núbio de Almeida
Essa notícia e o atual coro dos atletas contra os abusivos preços das inscrições suscitam algumas suposições, dúvidas e hipóteses. Dê voz as suas e mande o seu comentário.
Escrito por Marcos Apene do Amaral às 23h19
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Rolo
Rolo
A importância do rolo para o treinamento de ciclismo é fundamental, para não dizer primordial. Aqui vão os pontos que considero importantes para suscitar a pesquisa e a corrida atrás de ainda mais informação sobre o tema:
eficiência do treino
segurança
tempo de treino (deslocamentos, principalmente nas grandes cidades como SP)
concentração
diversidade de séries e estímulos
dentre outras mais. Agora procure ainda mais sobre o tema ou entre em contato para um debate mais específico e objetivo.
Escrito por Marcos Apene do Amaral às 15h16
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1ª etapa Troféu Brasil de Triathlon
Troféu Brasil de Triathlon - etapa 1 - 16 de março de 2008.
Sob chuva constante, os atletas largaram num mar calmo e propício aos bons nadadores e com uma temperatura amena que ajudou durante o decorrer da prova para os que são avesso ao calor. Minha opinião, abaixo.
A seguir, meus comentários sobre a prova.
Pró Masculino
Nenhuma novidade ou surpresa para o quinteto que deixou a T1 com menos de 1’ de distância entre si. Paulo Myashiro, Benjamin Sanson, Fabio Carvalho, Fred Monteiro e Marcus Vinícius, respectivamente. No pedal, ao final dos 20km, Fábio liderava pedalando impressionantemente forte, com 1’ de vantagem sobre Paulo e Benjamin. Fred e Marcus vinham mais atrás. A briga da prova estaria entre os que pudessem diminuir a distância e o tempo que Fábio os imporia depois do pedal. E as expectativas se confirmaram. Ao chegar para a T2, Fábio tinha 2’ de vantagem sobre Benjamin e Paulo que vinham também um tanto a frente de Fred e Marcus. Na corrida, Paulo tirou 30’’ de Fabio o que não foi suficiente para faturar a prova, deixando-o na 2ª colocação. Fabio venceu com propriedade, encaixou uma prova muito bem equilibrada e não pressionado, mal precisou correr todo seu potencial. Fred e Marcus saíram para correr juntos, logo passaram Benjamin e mantiveram-se um ao alcance do outro até o km 6-7 (sob os relatos dos que acompanharam) com uma leve vantagem para Fred que daí em diante veio sozinho para a chegada, correndo a 2ª melhor corrida do dia, completando em 3º, deixando Marcus em 4º e Bruno Pereira Matheus, que com 33’ fez o melhor 10km do dia em 5º numa grande prova de recuperação.
Destaques
Gerson Luiz Doll da Elite 45-49 que completou a prova em 2h08’06’’ mais de 14’ a frente do segundo colocado e correndo os 10km em impressionantes 37’04’’
A briga de 3 atletas na 25-29 que por menos de 10’’ deixou um deles fora do pódio. A revanche promete.
Erick Parreira Duarte que pedalou os 20km em 28’53’’ o que lhe garantiu o título da categoria
Marleide Maria da Silva que é deficiente visual e dá show por onde passa. Vai ser sempre um destaque.
Aluani Caldas e Marina Ferreira que disputaram a prova na categoria 15-16 anos e provam duas coisas. Uma é que o esporte é possível para todos e outra que precisamos de incentivo para a renovação e mesmo à prática esportiva.
Felipe Gomes Santos da Elite 15-24 que completou a prova olímpica abaixo de 2h.
A grande quantidade de atletas na categoria 12-14 anos de idade, fruto e responsabilidade da parceria da prefeitura de Santos com Marcos Paulo Reis mas sobretudo do professor Felipe Guedes que é o comandante da esquadra e pode ser considerado hoje a cabeça mais importante e atuante do projeto.
O preço abusivo das inscrições.
A enorme quantidade de bons equipamentos rodando e, a maior ainda, total incoerência, desconhecimento e descompromisso dos ajustes ergonômicos dos atletas e seus brinquedinhos (o atualmente tão famoso Bike-Fit que nos países desenvolvidos é pré-requisito número 1 na compra e escolha da bike e no Brasil é acessório de luxo). Chega a ser patético analisarmos a situação dos amadores em tal tema. O triathlon favorece o consumismo exagerado e, muitas vezes, sem propósito.
Escrito por Marcos Apene do Amaral às 15h22
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Estou a tres dias de uma prova que venho esperando ansiosamente poder competir a mais de um ano. Venho treinando consistentemente a boas 8-10 semanas. Estou doente. Haja paciência. A cabeça pira mas temos de saber ouvir o próprio corpo, afinal é ele que faz toda a força durante os treinamentos. Até domingo, muitas dúvidas. Quem nunca passou por isso?
Escrito por Marcos Apene do Amaral às 21h24
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http://www.registerguard.com/csp/cms/sites/dt.cms.support.viewStory.cls?cid=76009&sid=7&fid=1
Quem não tem uma boa história sobre um Nike?
Particularmente, comecei a correr com um Nike Air Max, nas cores laranja, roxo e branco. Idos 1993 quando os primeiros modelos começaram a aparecer apenas em cinza, preto e branco.
Divirtam-se!
Escrito por Marcos Apene do Amaral às 21h18
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Vamos do começo, a natação! Niguém menos que Al Lyman comentando sua visão sobre os ensinamentos de Ernest Maglischo sobre a natação do triatleta, tanto na parte técnica como na questão fisiológica do treinamento. Divirtam-se. Publicado originalmente em http://www.pursuit-fitness.com/phpBB2/viewtopic.php?t=31
Ernest Maglischo’s USAT Coaching Conference presentation: Swimming for Triathlon 3.3.06
Mr. Maglischo has a long history as an award winning swim coach. His teams have won 13 NCAA national championships, he’s been a national coach of the year numerous times, and he has authored or coauthored 5 textbooks on competitive swimming, as well as authoring over 47 periodical publications including reports of original biomechanics and physiological research. The guy knows his stuff!
Hi all. This is the first in what I plan to be a series of “articles” covering the basic information I gleaned from the conference presenters, that I think is particular important for all of you…..
Mr. Maglischo’s presentation was compelling, particularly as it addressed the topic of stroke timing as it relates to what a triathlete needs to be doing. I have to admit that I was in full agreement with his points, and would ask that you consider the ramifications of his recommendations for your own swim training….of course, followup with questions is recommended and encouraged. Perhaps this is a “discussion” we can take to the forum, so that all can benefit…..so, once this is finished, I’ll email it to all of you, and then I’ll post it on the forum…..please feel free to respond with your questions and/or thoughts…..
The presentation focused on two major topics: stroke efficiency and training. I’ll take stroke efficiency first….
STROKE EFFICIENCY:
• He feels very strongly that the focus on a “long” stroke has been way overdone with triathletes, i.e. the TI approach. In other words, it seems we are all so focused on “reducing” our strokes, rather than doing what makes the most sense, given that we ought to be using our arms more and our legs less, and we swim our events in the open water….
• The goal should be to establish an inertial stroke with a reasonabley quick turnover rate, minimal kicking, and good streamlining. • He showed underwater video of Popov and Kieren Perkins to explain his points. How should triathletes swim? Like Perkins, not like Popov. • What does this mean?
Here’s my take on it: As triathletes, we have focused on establishing good body position and getting onto our side and into a glide phase that supposedly makes us more efficient and “fish-like.”
My experience as a swimmer and coach is that this approach works great when you are practicing drills in a flat pool with no swimmers around, but it doesn’t work very well in the open water, when the water is choppy or you are in the middle of 2000 other swimmers!
More to the point: Popov swims somewhat like this, i.e. a “catch up” front quadrant stroke where he “milks” the front end of the stroke as much as possible, but the difference between him and nearly every other triathlete swimmer is that he can kick 100yds in 55 sec! In other words, when his hands are not pushing back to create propulsion, his kick IS providing propulsion…..eliminating the potential “deadspot” in his stroke.
Most of us are entirely different. That is, most of us can’t kick worth a damn, and as a result, when we are sitting out there “on our side” gliding, our body is sitting limp in the water, going nowhere, for a brief moment. No inertia. Throw in the mahem of the open water, and what happens is that you get tossed around a lot and end up going not very far or very fast.
Additionally, even if WE COULD kick very effectively, we wouldn’t necessarily want to because of the fact that our legs are made up of large muscles that use lots of O2, and we need to be efficient as we’re biking and running after we get out of the water! In other words, we want our arms to do most of the work…..
• The video of Perkins (BTW, he’s an aussie who was a world record holder in the 1500) showed: o a high elbow catch (very important, as you know!) o he worked the middle of the stroke, where we are most powerful o he didn’t push back any farther than the midline. His arms left the water with his elbow slightly flexed…. o He had a great graph which slowed the acceleration/deceleration velocity as it relates to the timing…..in other words, a long “glide” (especially combined with a weak kick) means you are continually accelerating and decelerating (slowing and speeding up) with every single stroke, i.e. again, no inertia.
Maglischo made this point:
The most powerful position for your stroke is when your arms are bent at 90deg and your hands are under your torso, fingers pointed to the bottom of the pool. Maximize this position as much as possible. Don’t push all of the way back as it just lengthens the stroke and creates lots of fatigue in the arms, without providing very much forward propulsion.
Simply put: he says that we need to TRAIN a higher Stroke rate to create more inertia, less speeding up/slowing down, and save our legs in the process, as a faster SR naturally leads to a very efficient 2-beat kick. As you may know……a 2 beat kick is much harder to do when you are trying to be more “front quadrant”……
Suggested stroke rates?
Men: 35-45 Women: 40-50
For what its worth, I agree with these points and feel that, ironically, the VASA is a great tool for this purpose, i.e. to train ourselves to become comfortable with a higher turnover rate.
To summarize his points; 1. Train your body and arms to turnover more quickly. 2. Don’t try to finish the stroke all of the way to the knees, as it wastes energy and causes a loss of forward inertia. 3. Minimize kicking as much as possible, only enough to keep your legs afloat. 4. A high elbow catch is key, obviously! Enter, extend, roll a bit onto your side, and then bend the elbow to set up a powerful pull. 5. Breathe to both sides but not necessarily alternately, ie. 2, 1, 2, or 3-5 breaths on one side followed by 3-5 on the other side…..to be sure you get enough O2.
One last thing on this from me: Without question, when I work with beginning/intermediate level swimmers, I nearly always find that
1. They are concerned that they are not rotating their hips enough, when in fact… 2. They are usually OVER rotating their hips….
IN other words, we would all be much better off if we approached swimming as: let’s use our upper body as much as possible, and minimize the work our lower body has to do! Most developing triathlete/swimmers approach it the opposite way: they kick wildly, working to get into the glide phase of the stroke, where their body sort of “sits there” without any forward momentum….and then they wonder why they aren’t going anywhere very fast, and why they have trouble in the open water and in large packs of swimmers.
Turn it around! Focus on getting the arms into a powerful catch (HIGH ELBOW!) and maximize the most powerful position you can be in, and then get the arms out of the water and do it again, quickly….
Ok, on to topic #2: TRAINING
He feels that the majority of training for triathletes should be focused on two speeds or types of training:
1. Slow endurance training 2. Fast endurance training
I would equate these to my system of EE (easy endurance) and UT (up tempo)…..
His “slow” endurance training should be not so slow that you are getting zero aerobic benefit, but it must be slow enough to be well below your LT. Fast endurance training should be close to LT speed….
His point: “training slower than LT speed increases O2 delivery to all muscle fibers, but it increases o2 utilization and lactate removal primarily in the slow twitch fibers. To increase o2 use and lacate removal in fast twitch fibers, you must train at least some of the time at speeds equal to or faster than LT speed…..
Some specifics related to this, that he shared……
• Generally he feels that use of 100s and 50s is overdone with triathletes. • Slow endurance sets should be: o Set duration: minimum of 20 min., optimal is 30-60 min o Rest interval: very short!!! o 200 yd or longer reps. o Example “main” sets: 3x800 @ 15sr, 5x400 @ 10sr, 10x200 @ 10sr, 2x1000 @ 30sr, etc. o Use ladder sets: 100-200-300-400-300-200, etc., all on short rests. o Use mixed strokes and style sets sparingly, as they aren’t “specific”. o In other words, mixing 200-400 yds of swim, then doing a kick set, then a drill set, then back to a swim set, aren’t effective. His point: once you are swimming a main set, SWIM! No mixing it up…..with other stuff that removes the specificity of what you are trying to accomplish… o Long endurance: You should be breathing deeply but NOT gasping. If you are, you’re going to fast.
Perhaps the most important point he made during his entire presentation on training was:
THE IMPORTANCE OF NEGATIVE SPLITTING in all of our swimming!
Getting into the habit of descending sets, he feels, is very important to get the proper training effect. What is it?
• A set of repeats that gradually increases in speed • Best way to engage all muscle fiber types in one set of repeats • Best way to train to practice smart pacing for racing… • Best type of set to use when you do not know (or don’t care to know) your actual threshold pace and/or do not want to monitor it carefully.
Fast Endurance Sets:
• Set duration: Optimum time should be 15-30 min (1000-1500) • Rest interval: short. • Effort: maximum for the set • Distances for repeats: 100-400m/yds.
• Examples would be: o 5x300 @ 30sr, o 15x100 on shortest possible rest interval/send off, o 2x200 on 3min-2x200 on 2:50, 2x200 on 2:45, and so on…. o Ladder set: 500-400-300-200-100 on short rest… • Monitoring fast endurance sets: sensation of near maximal effort throughout the entire length of the set • Progressing: o Try to improve the avg. time of the set, reduce the send off interval, or increase the # of repeats every week or two. Back off when times start to get slower rather than faster… o Try to include 1 or 2 sets per week of “fast” endurance…..otherwise, the majority should be slow endurance (EE) That’s about it. I know, a lot to think about, so mull it all over………….
Enjoy your day! Now I’m off to jump on the trainer!
-Al
Escrito por Marcos Apene do Amaral às 16h39
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Suposições, perguntas e...autocrítica
Hoje, mesmo com a vasta possibilidade que a internet nos traz na busca por informações, ainda é muito dificil achar o que procuramos quando o tema é triathlon. O esporte é novo. As informações são desencontradas. O conteúdo relevante é publicado em inglês. Estamos cientificamente atrasados dos pólos que publicam as mais novas pesquisas na área do esporte. As pesquisas por si só não valem tanto quendo falta recursos técnicos para a colocação em prática do novo conhecimento. Ainda hoje utilizamos as ferramentas de décadas atrás subjugando as novas descobertas. O esporte consiste de tres modalidades. Cada uma com sua peculiaridade. Esquecemos que praticamos um único esporte, triathlon. Os experts falham muito ao colocar em prática planos de treinamento. Os técnicos estão distantes da prática cotidiana do atleta. Os modelos (os amadores que vencem as provas e estão sempre no pódio) que nos espelhamos são muito mais fruto de uma adaptação "darwiniana" do que que especificamente de um trabalho de qualidade. O caráter competitivo dos que hoje estão praticando o esporte é altíssimo.
Tudo isso e muito mais fazem com que, muitas vezes, percamos tempo ao tentarmos encurtar nosso caminho a uma meta triatlética. Vamos tentar, cada dia mais, a partir deste blog, disponibilizar a mais atual, prática e comprometida informação para você que está atrás do que de mais moderno e eficaz está contecendo no sedutor e viciante mundo do triathlon.
Mais elocubrações logo mais!
Escrito por Marcos Apene do Amaral às 16h25
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Saudosa máquina

Escrito por Marcos Apene do Amaral às 21h12
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Engraçado mas o problema de segurança nesse país é tão imenso que nem mesmo posso praticar adequadamente esse nosso esportício. A bike foi roubada na semana da prova, infelizmente.
Escrito por Marcos Apene do Amaral às 21h07
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CoachGordo.com
Slowtwitch.com
Cruciblefitness.com
Cuidado, estamos chegando! Esporte, ciência, prática e emoção sempre unidas!
Sejam bem-vindos!
Marcos Apene do Amaral
Escrito por Marcos Apene do Amaral às 23h41
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BRASIL, Sudeste, SANTOS, BOQUEIRAO, Homem, de 26 a 35 anos, Portuguese, English, Esportes, Esportes, esportes MSN - mapenedoamaral@uol.com.br
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